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quinta-feira, 21 de março de 2019

Uma Lição de Descriminação



https://danielajspaixao.blogspot.com/2016/10/uma-licao-de-discriminacao.html

Revisitando a postagem no link acima, que se trata de uma reflexão referente ao conceito de discriminação e sua reprodução na infância, a indagação consiste em saber em que  dado momento passamos a perceber as diferenças e a discriminar, nesse caso, já nascemos preconceituosos ou essa seria uma percepção adquirida a partir das nossas vivências?
A referida publicação discorre a respeito de algumas constatações pessoais, seguindo pelas evidências apresentadas no vídeo, Uma Lição de Descriminação, como forma de complementação as ideias articuladas. 
A escolha de realçar essa postagem deu-se porque além de considerar a coerência dos argumentos, esse é um assunto com bastante pertinência na atualidade, visto os últimos acontecimentos nacionais em que deram vazão a atitudes racistas, homofóbicas, misóginas, xenofóbicas e de intolerância religiosa, que inclui redes sociais contaminadas por palavras de desrespeito e ódio, ao alcance inclusive do público infantil. Desse modo, a discriminação adentra  também o interior da escola, refletindo-se na postura dos alunos em diferentes idades.
Contudo, independentemente de lideranças vigentes e ideologias, buscar soluções para integrar a todos, atuando em favor da inclusão e da justiça social, continua sendo compromisso da escola, enquanto instituição humanizadora e socializadora. Sendo assim, podemos concluir que refletir em relação a questões que afligem a nossa sociedade, segue portanto, indispensável a formação docente.


quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Revisitando o post :"Manifesto dos Educadores e Educadoras Brasileiras do século XXI"


                                                                                                                                                    https://danielajspaixao.blogspot.com/2015/12/atividade-para-interdisciplina.html

No link acima está uma atividade desenvolvida para a interdisciplina de Escolarização no Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, consiste em um desenho com um breve esclarecimento quanto a mensagem que desejava transmitir na época.
Estávamos estudando o Manifesto dos Pioneiros, as influências do movimento Escola Nova no Brasil, a proposta resumia-se na construção de um "Manifesto dos Educadores e Educadoras Brasileiras do século XXI", em um formato a livre escolha. A minha opção foi uma manifestação artística por meio do desenho, acredito que a ideia foi transmitida com clareza, a inspiração veio da Escola Parque, idealizada por Anísio Teixeira, que provou que era possível se ter uma educação pública de qualidade, mas que no entanto, taxada de ambiciosa, a sua proposta não teve o incentivo merecido e não tomou a proporção que gostaria. Entretanto, o experimento com Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador, Bahia, inaugurado em 1950, ganhou repercussão não somente nacional, como uma das mais audaciosas concepções pedagógicas, servido de inspiração até os dias de hoje.
Ao rever esse ideal de escola, o manifesto dos Pioneiros, não há como não se abater de tristeza ao pensar na educação atual, que as poucas conquistas que obtivemos nesse campo estão ameaçadas, que para alcançarmos algum dia um modelo educacional adequado, muitos confrontos ainda serão encadeados. Mas, concluo levantando a bandeira da resistência, pelos sobreviventes dessa terra e por aqueles que realmente amaram e deram a vida pelo nosso país.


domingo, 4 de novembro de 2018

Criança, a Alma do Negócio - Oficial

   

O vídeo acima publicado aqui no blog em 02 de Novembro de 2015, no link https://danielajspaixao.blogspot.com/2015/11/crianca-alma-do-negocio.html, foi um dos primeiros vídeos postados e a escolha se deu pelo conteúdo que, precisamente, estava em discussão na interdisciplina de infâncias, bastante pertinente, considerei que merecia ser republicado.
As cruéis investidas da publicidade, no intuito de conquistar a opinião das crianças, foi uma tática encontrada pelo mercado de envolver as famílias em uma rotina guiada, exacerbadamente, pelo consumo. Consumir itens não por necessidade, mas por moda, por competição, para ter o lançamento em primeira mão, entre outros motivos, por vezes fúteis, virou um hábito vicioso que se insere cada vez mais precocemente. Os veículos de comunicação cientes desse cenário, aproveitam-se e lançam estratégias sempre viabilizando o lucro, com a influência exercida sobre as crianças, conseguem manipular o restante da família.
Por fim, reanalisando o vídeo vemos que o consumo em excesso pode ser entendido como uma tentativa de se encaixar no círculo social, de ser aceito e bem visto, tomando muitas vezes proporções desmedidas. Desse modo, os veículos midiáticos, estabelecem padrões, normas de conduta, valores que adentram lares e regulam a vida das pessoas, modificando inclusive aspectos da fase infantil, como o brincar. Esse vídeo nos incita a uma profunda reflexão a respeito do que está acontecendo com a infância, com as relações que significam a sociedade, até quando nos permitiremos ser manipulados e iremos consentir com que a infância seja roubada.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Recordações de início do curso


Ao revisitar as minhas primeiras publicações no blog, encontrei algumas sem muito ou sem nenhum conteúdo que eu tenha escrito. Eram postagens tímidas, de alguém que ainda não era familiarizada com essa ferramenta digital e que ainda não havia compreendido a proposta do curso para o seu uso.
Principalmente, as publicações do primeiro semestre que em sua maioria eram de fotos e vídeos que buscavam retratar as minhas primeiras impressões do curso. Hoje, ao revê-las parecem até tolas, mas considerando que todo o percurso tem um início, elas ficarão lá justamente para lembrar a evolução do processo de construção desse blog.
Vou citar uma postagem em especial, que poderia ter contido mais detalhes:
Nesse link encontramos o retrato do educador suíço Johann Heinrich Pestalozzi (1746-1827), com a seguinte frase, atribuída a ele: “A vida educa. Mas a vida que educa não é uma questão de palavras, e sim de ação. É atividade”.
É inegável a contribuição de Pestalozzi para a visão da pedagogia moderna, o teórico lançou um novo olhar para o período infantil, em uma época em que as crianças eram vistas como mini adultos, acreditava que as fazes da infância deveriam ser respeitadas e colocava o afeto como o principal recurso a educação. Acreditava que a educação era uma arte que de deveria ser cultivada em todos os aspectos, costumava dizer que cada criança carregava em si o projeto de uma árvore toda, que deveria ser regada todos os dias, comparava, desse modo, o professor a um jardineiro. Ele também vivenciou a sua teoria na prática, montou escolas, abrigou órfãos, crianças carentes e entendia que o processo educativo deveria enfatizar a ação, muito mais do que as palavras, pois as crianças deveriam ter contato e explorar o objeto de aprendizagem, desenvolvendo habilidades e princípios morais.
Pestalozzi foi um religioso que acreditava que o ser humano era bom em essência, a sua arma educativa era o amor.
Em tempos de tamanha intolerância movida por valores "religiosos", é bom falar de um renomado que entendia e pregava a única moral cabível a religião, a filantropia.


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Vamos semear


Imagem relacionada

Iniciamos o VIII semestre do PEAD,  mais um período de desafios, indagações e compartilhamento de ideias e emoções. Chegou o momento de executarmos o apanhado de novos saberes que conseguimos conquistar durante o curso, eis o estágio obrigatório, até mesmo os veteranos não escapam dos sentimentos de ansiedade e insegurança que insistem em pôr à capacidade a prova. 
Também, nesse mesmo momento, vamos passar por decisões que conduzirão o destino do nosso Brasil varonil.
Desejo a todos uma excelente etapa, e assim como nos incita o poema de Cora Coralina: vamos semear!
Semear as mais fraternas sementes.
E que o vento sopre para longe as tribulações, para que ao final possamos colher somente as flores.